
Será a Linguagem Não Verbal um factor impertinente ou realçante no jornalismo?
A Linguagem Não Verbal é, na verdade, um factor que dá ênfase a toda a comunicação, quer seja jornalística ou não. O modo como se discursa é fundamental e possui uma força e poder maravilhosos. Os sentimentos desvanescem se não são demonstrados na voz, no rosto e quase no comportamento de todo o corpo.
A respiração é muito importante quando se discursa, devendo fazer-se as pausas necessárias, deve ter-se uma ressonância rica no aparelho fonador, assim como se deve beber um pouco de água para refrescar a boca e não causar irritação na garganta.
A colocação da voz é fulcrar para o espectador apreender de uma forma clara e objectiva a informação transmitida e para tal deve mantar-se a cabeça erguida e pronunciar bem cada palavra de uma forma mais lenta.
A cinésica (que se divide em cinco modalidades, sendo apenas dadas a conhecer quatro devido à pertinência de assuntos) é de igual modo imprescindível. Primeiramente, verifica-se que o contacto visual deve ser firme e duradouro. De seguida, a postura deve ser bem conseguida por parte de quem discursa, sendo que a cabeça tem de estar obrigatoriamente erguida e a coluna deve estar direita, mostrando sempre uma atitude confiante. A expressão facial deve manifestar o estado de personalidade do orador em combinação com a linguagem e os gestos complementam ou substituem frases ou palavras, incutindo-lhes força ou acentuação, indicando sempre movimento. Neste caso, as mãos são fundamentais e têm de estar integradas no discurso para adquirirem credibilidade, assim como para apresentarem um ponto importante ou para acompanharem o desenrolar de uma frase.
A Linguagem Não Verbal é, na verdade, um factor que dá ênfase a toda a comunicação, quer seja jornalística ou não. O modo como se discursa é fundamental e possui uma força e poder maravilhosos. Os sentimentos desvanescem se não são demonstrados na voz, no rosto e quase no comportamento de todo o corpo.
A respiração é muito importante quando se discursa, devendo fazer-se as pausas necessárias, deve ter-se uma ressonância rica no aparelho fonador, assim como se deve beber um pouco de água para refrescar a boca e não causar irritação na garganta.
A colocação da voz é fulcrar para o espectador apreender de uma forma clara e objectiva a informação transmitida e para tal deve mantar-se a cabeça erguida e pronunciar bem cada palavra de uma forma mais lenta.
A cinésica (que se divide em cinco modalidades, sendo apenas dadas a conhecer quatro devido à pertinência de assuntos) é de igual modo imprescindível. Primeiramente, verifica-se que o contacto visual deve ser firme e duradouro. De seguida, a postura deve ser bem conseguida por parte de quem discursa, sendo que a cabeça tem de estar obrigatoriamente erguida e a coluna deve estar direita, mostrando sempre uma atitude confiante. A expressão facial deve manifestar o estado de personalidade do orador em combinação com a linguagem e os gestos complementam ou substituem frases ou palavras, incutindo-lhes força ou acentuação, indicando sempre movimento. Neste caso, as mãos são fundamentais e têm de estar integradas no discurso para adquirirem credibilidade, assim como para apresentarem um ponto importante ou para acompanharem o desenrolar de uma frase.
Estes são alguns tópicos importantes a ter-se em conta quando se vai discursar em público ou, no caso dos profissionais, quando se vai apresentar um telejornal ou um programa televisivo. Como em todas as áreas, há condutas que se devem seguir, sendo, por isso, necessário que se façam alterações aos artigos acima expostos.
"Uma boa comunicação é quase tão estimulante como o café. Tira-nos de igual modo o sono e põe-nos alerta e atentos a todos os pormenores, possíveis erros e eventualidades".
Lindberg
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